As palavras não mentem; a escrita, sim!
- silvanene
- 22 de jun. de 2025
- 1 min de leitura
A ARTE de escrever me leva a viver em outros mundos. Transcrevo para o papel o discurso que meu coração assopra no meu ouvido, sejam eles: POESIAS, FRASES, LIVROS e TEXTOS DIVERSOS.
Dialogar com o papel, me abre portas para o imaginário; a superação das palavras abrevia o significa real do que se está sendo escrito. Em um romance, onde a narrativa é extensa, a primazia do que penso, supera a minha digitação. Navego na existência instantânea do que estou criando. Vários personagens se sobrepõem ao que eu revelo sobre cada um. Parece incrível, mas há uma disputa entre eles: qual será o narrador, o personagem principal, ou mesmo quem estará designado a ficar no subtexto, acreditando desempenhar até uma relevância maior que os outros.
Desenvolver um texto é usar palavras na escrita que nem sempre serão entendidas pelo leitor como algo real; elas não são enganosas, mas sim tem um efeito investigativo, dependendo do que é transcrito. O mundo ficcional, é uma porta maravilhosa para nos levar a reflexões sobre o real e o fictício. A criação do escritor é mais do que apenas ser um escritor; ele é mais que mágico, ele é surreal, não na sua apresentação como um ser superior, mas sim como um inventor de mundos novos e antigos. Pois, a arte da escrita é um dos dons mais belos que um humano possa ter. Agora, investigue quais as palavras que te levaram a encontrar uma inverdade.
Neide Silva - Escritora




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