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O celular, nosso de cada dia...

Atualizado: 23 de jun. de 2025

Sabe, vou confessar para vocês que, na maior parte do meu dia, estou no celular. Verdade! Eu trabalho com o celular, faço as artes da minha rede social e até escrevo boa parte dos meus textos.

Bom! Mas, na verdade, o que estou querendo dizer é que o celular ocupa o tempo de muitas pessoas, mas não da mesma forma que ocupa o meu. Notei que uma boa parte dos meus amigos deixou os livros de lado por causa do celular. Pois é, a maioria das pessoas substituiu os livros pelo celular. Indignação? Ah, sim, e muita...

Principalmente quando penso em como deixaram de lado a imersão em um bom romance, a descoberta de novas ideias de não-ficção, ou a beleza da poesia.

Pergunto-me: por quê?

A resposta é simples: as piadas, o entretenimento, a vida escancarada de muitas pessoas sao atrativos indispensáveis para muitos.

Pensa bem, usar o celular para tudo isso faz com que as pessoas só tenha relaxamento, distração e diversão. Mas aí que mora o desmérito dele.

O seu uso tem que ser limitado apenas à sua necessidade, pois, fora isso, torna-se viciante. Entendo que a vida é corrida e o celular oferece alívio rápido, mas será que essa busca constante por gratificação instantânea nao está nos roubando algo valioso?

E aonde fica a vontade de sermos mais cultos, de obter um melhor entendimento com as pessoas, de manter nosso cérebro ativo, de refletir, questionar, pensar e discordar?

O celular tende a nos distanciar de tudo isso. Então, o que tem que ser feito é manter o hábito da leitura e, para não dispensar totalmente o relaxamento mental, programar um tempinho para o celular... Mas que não seja longo!

 
 
 

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